A IA não está a acabar com o trabalho. Está a mudar a forma como o trabalho é desenhado. 

A discussão sobre o futuro do trabalho não deve centrar-se apenas nos empregos que a IA poderá substituir, mas no trabalho que podemos redesenhar a partir da colaboração entre pessoas e tecnologia.

 

72,1%

Taxa de emprego na OCDE. 

 

1,3M

Novos empregos ligados à IA criados.

 

+56% 

Valorização salarial média associada a competências em IA.

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Consentimento

 

Quatro futuros possíveis
 

O futuro do trabalho não está escrito. Está a ser construído.

 

O whitepaper apresenta quatro cenários possíveis para a próxima década. Em todos, as pessoas continuam a ter um papel central e o mercado de trabalho mantém uma dinâmica positiva. Mais do que antecipar um único futuro, estes cenários ajudam-nos a perceber como as escolhas que fazemos hoje podem moldar a forma como vamos trabalhar amanhã.

Flourishing Economy

A IA impulsiona a produtividade, transforma funções e cria novos papéis híbridos. As pessoas evoluem para tarefas de maior valor, onde competências como o julgamento, a criatividade e a supervisão humana ganham importância.

Capital Rules 
A automação acelera e transforma sobretudo as tarefas mais rotineiras. A par desta mudança, surgem novas funções e oportunidades, valorizando profissionais capazes de desenvolver, supervisionar e adaptar sistemas autónomos. 

Walled Garden 

A IA integra-se cada vez mais no trabalho, mas o seu acesso fica concentrado num número reduzido de plataformas. O emprego mantém-se estável, mas a menor abertura dos ecossistemas pode limitar a mobilidade, o crescimento salarial e o empreendedorismo. 

Deus Ex Machina 
A IA autónoma assume uma parte significativa das tarefas atualmente realizadas por pessoas, enquanto o controlo da tecnologia permanece concentrado. A produtividade mantém-se elevada, mas a relação entre trabalho, emprego e rendimento é profundamente alterada.